quinta-feira, 20 de novembro de 2008

TERRORISMO



VERBETE –
TERRORISMO *

O que é o terrorismo?
Há quatro tipos de denominação:

1-O terrorismo, propriamente dito;
2 -O terrorismo de Estado;
3-O terrorismo patriótico, ou libertário.
4-O terrorismo midiático


1-O terrorismo, propriamente dito
, é produto de mentes insanas, que nada reivindica e não escolhe seus alvos.

2- O de Estado se subdivide em dois:
a- Terrorismo interno
b- Terrorismo externo.


O terrorismo interno é aquele que não permite nenhum tipo de manifestação de seus cidadãos e onde não existem as garantias individuais. Como exemplo podemos citar as ditaduras;

O terrorismo externo é aquele em que uma nação invade e ocupa outra. Se formos citar um exemplo diríamos que a História da humanidade é uma sucessão de terrorismos de Estado. Raro é o século em que nações não invadiram e colonizaram outras nações. Em pleno século 21 temos alguns exemplos, os mais notórios são Estados Unidos e Israel.

3-O patriótico, ou libertário, representa a luta pela independência e contra o jugo estrangeiro.

Temos vários exemplos. O Hamas, na Palestina; o Hizbollah no Líbano; as várias organizações revolucionárias iraquianas, todos eles movimentos anticolonialistas, para nos atermos apenas àqueles que a mídia denomina de terroristas.

4-O terrorismo midiático
O mais letal de todos. Age globalmente moldando mentes e corações. Sua matriz fica nos Estados Unidos, responsável por 85 por cento de todas as informações que cobrem o planeta.

Georges Bourdoukan é Jornalista e escritor
* Publicado em Caros Amigos, julho 2008
.
.

MARXISMO E RELIGIÃO


Quem acreditava que o denominado terrorismo é movido pela religião é bom que reavalie o seu raciocínio.

De acordo com o professor Robert Pape, da Universidade de Chicago, Israel e os Estados Unidos se igualam aos terroristas quando os chamam de fanáticos.

Com base num estudo do perfil de 460 terroristas*, ele afirma que 95% dos ataques têm motivação nacionalista ou secular.E apenas 5% de cunho religioso.

E ainda de acordo com a pesquisa, o grupo que mais praticou atentados suicidas foi o dos Tigres Tamil de Sri Lanka - marxistas-leninistas e não muçulmanos.

* Entenda-se por terroristas, movimentos de libertação que lutam contra o colonialismo.

fonte aqui


.

QUEM É O TERRORISTA?

*na imagem a tradução é: Nós não somos terroristas.


Quem é o terrorista?

O Afeganistão foi invadido e ocupado
Pelos Estados Unidos e asseclas.

O Iraque foi invadido e ocupado pelos
Estados Unidos e asseclas.

A Palestina foi invadida e ocupada
Por Israel e asseclas.

O povo do Afeganistão luta contra a
Ocupação estrangeira.

O povo do Iraque luta contra a
Ocupação estrangeira,

Os palestinos lutam contra a
Ocupação estrangeira.

Quem é o terrorista?



fonte da arte e texto
aqui

no som: one_metallica
no texto: separando o joio do trigo

.


domingo, 2 de novembro de 2008


FELICIDADE É AMAR O PROGRAMA?


Cypher: Oráculo, por favor, não conte ao Morpheus que eu estive aqui.

Oráculo: Não posso lhe prometer isto Cypher. Só quem pode lhe garantir sobre o futuro é o provedor. Mas não se preocupe, o provedor já ouviu seu pedido. Aliás, foi o próprio provedor que fez o pedido.

Cypher: Sua fala é enigmática. Não entendo.

Oráculo: Quando o provedor decidir que chegou sua hora de entender, você entenderá. Será inevitável assim como atender o telefonema do Agente Smith.

(o celular do Cypher toca)

Cypher (no telefone): Alô! Ok, nos encontramos no restaurante.

Cypher: Como você sabia que o telefone ia tocar?

Oráculo: Eu não sabia! Apenas executei a fala que o provedor me ordenou que executasse. Fiquei sabendo junto com você.

Cypher: Mais um enigma seu, não é? De qualquer maneira, não foi por isto que vim aqui. Vim porque vou me encontrar com o Smith hoje a noite e tomei um decisão muito importante. Mas preciso lhe fazer umas perguntas.

Oráculo: Sim, pode perguntar.

Cypher: Você já sabe a pergunta, não sabe?

Oráculo: E você também já sabe a resposta, não é?

Cypher: Não sei não!

Oráculo: Claro que sabe! Foi você mesmo que criou cada linha deste programa que você chama de Cypher. E você sabia também que iria se esquecer ao se conectar ao provedor. Foi por isto que programou ouvir estas duas coisas que vou lhe dizer a seguir.

Cypher: Nossa! O que é? Diga logo!

Oráculo: Você não é o Cypher! Você é a inteligência que está possibilitando a execução deste programa chamado Cypher, mas você não é o programa Cypher.

Cypher: E porque não tenho consciência disto?

Oráculo: Eis a segunda resposta. Quem não tem consciência disto é o Cypher, não você. Mas por estar executando o Cypher você está compreendendo a si mesmo e a realidade de acordo com seu programa atual.

Cypher: Programa é predestinação?

Oráculo: Isto mesmo!

Cypher: Então o Cypher também é um predestinado, assim como o Neo.

Oráculo: Sim, e perceber isto faz parte do motivo de você estar conectado ao provedor, faz parte do programa de autoconsciência.

Cypher: Cada personagem é um programa diferente do outro?

Oráculo: É um e todos ao mesmo tempo. Numa visão relativa, o Cypher é seu programa particular, mas numa visão absoluta, o Cypher é parte do programa coletivo. É por causa disto que é impossível um personagem mudar o programa do outro personagem.

Cypher: Mas por que cada personagem é um programa diferente do outro?

Cypher: Para possibilitar a autoconsciência. Para que a inteligência que é você, chegue a conclusão que não é possível mudar o próprio personagem, nem o personagem dos outros. E assim, que só lhe resta uma opção: amar o programa do jeito que ele é.

Cypher: Felicidade é aceitar o programa?

Oráculo: É mais do que aceitar o programa. É amar o programa! Aceitar é ter consciência de que o programa é deste jeito mesmo, apesar de não concordar. Se não concorda, tem condições escondidas nas mangas. Amar é aceitar incondicionalmente. Amar transcende as condições. As condições geram resistência e sofrimento. Quando amamos incondicionalmente a resistência desaparece. E felicidade nada mais é do que ausência de resistência.

Cypher: Mas não dá pra aceitar o impossível assim de cara, não é mesmo?

Oráculo: Por que não?

Cypher: Como chegar a conclusão de que o impossível é impossível sem antes ter certeza absoluta da impossibilidade?

Oráculo: Muito bem observado! É por isto que o Cypher está indo ao restaurante. Para dar mais uma cabeçada. O Cypher terá que bater a cabeça até você cair morto diante da impossibilidade de mudar o que não pode ser mudado: o programa. É só a partir deste instante que você transcende o programa.

Cypher: Muito bem! Acho que já está na hora do Cypher se encontrar com o Smith, ou melhor, com seu destino!

 

- - - - - - - - - - - - - - - - - - -

no som : special K_Placebo

nos dias: nada a acreditar...quanto mais a declarar!!